As lavouras que formam os belíssimos cenários a serem perdidos de vista também desempenham importante papel por movimentar outros setores da economia, além do primário, em Palmeira das Missões. A geração de empregos pelo campo gera reflexos positivos que vão além dos limites das propriedades, sendo perceptíveis na cidade.
Em um período atípico, marcado por umAs lavouras que formam os belíssimos cenários a serem perdidos de vista também desempenham importante papel por movimentar outros setores da economia, além do primário, em Palmeira das Missões. A geração de empregos pelo campo gera reflexos positivos que vão além dos limites das propriedades, sendo perceptíveis na cidade.
Em um período atípico, marcado por uma pandemia mundial, o setor agrícola reforçou ainda mais a sua importância no município que conta com uma população estimada em aproximadamente 33 mil habitantes em 2021, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Uma contribuição notável de acordo com a presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Palmeira das Missões, Gilda Zandoná.
“Nesse momento pelo qual passamos nesse ano de 2020, com a pandemia, acho que o que segurou foi o agronegócio mesmo. A geração de emprego que eles têm, muitos funcionários e onde eles vão consumir? No comércio local. É na loja de vestuário, no supermercado, nas farmácias e isso faz com que nós tenhamos o retorno diretamente desse pessoal que trabalha no agronegócio”, explica Gilda.
Dessa forma, a expressão “quando o campo vai bem a cidade também” é aplicável ao município de Palmeira das Missões, uma potência agrícola com destaque para todo o Rio Grande do Sul. É o que a Fernanda Martins Otero, que é gerente de uma óptica no centro da cidade, acompanha de perto.
“A gente sente que quando o pessoal do campo está bem, as nossas vendas vão muito bem. Não podemos reclamar. Só que a gente sente também quando o pessoal está com produto mais escasso, sendo que o sol, a chuva e a temperatura acabam influenciando também. Agora o pessoal está começando a fazer uma colheita melhor. Então é o momento. É agora que conseguimos crescer ainda mais”, projeta Fernanda.
Além da questão econômica, a importância do setor agrícola é estendida também ao engajamento com as causas da comunidade, como as relacionadas à saúde. “Eles estão conosco em todos os sentidos. Inclusive são eles que formam os grupos e vão atrás das demandas que a comunidade precisa”, finaliza a presidente do Sindilojas. pandemia mundial, o setor agrícola reforçou ainda mais a sua importância no município que conta com uma população estimada em aproximadamente 33 mil habitantes em 2021, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Uma contribuição notável de acordo com a vice-presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Palmeira das Missões, Gilda Zandoná.
“Nesse momento pelo qual passamos nesse ano de 2020, com a pandemia, acho que o que segurou foi o agronegócio mesmo. A geração de emprego que eles têm, muitos funcionários e onde eles vão consumir? No comércio local. É na loja de vestuário, no supermercado, nas farmácias e isso faz com que nós tenhamos o retorno diretamente desse pessoal que trabalha no agronegócio”, explica Gilda.
Dessa forma, a expressão “quando o campo vai bem a cidade também” é aplicável ao município de Palmeira das Missões, uma potência agrícola com destaque para todo o Rio Grande do Sul. É o que a Fernanda Martins Otero, que é gerente de uma óptica no centro da cidade, acompanha de perto.
“A gente sente que quando o pessoal do campo está bem, as nossas vendas vão muito bem. Não podemos reclamar. Só que a gente sente também quando o pessoal está com produto mais escasso, sendo que o sol, a chuva e a temperatura acabam influenciando também. Agora o pessoal está começando a fazer uma colheita melhor. Então é o momento. É agora que conseguimos crescer ainda mais”, projeta Fernanda.
Além da questão econômica, a importância do setor agrícola é estendida também ao engajamento com as causas da comunidade, como as relacionadas à saúde. “Eles estão conosco em todos os sentidos. Inclusive são eles que formam os grupos e vão atrás das demandas que a comunidade precisa”, finaliza a vice-presidente do Sindilojas.
Reportagem: Francine Boijink
Fotos: Luis Frey e Thaane Otero
03/05/2022
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